Provavelmente eu faria, inicialmente, o mesmo que o Bruno aconselhou, ficando à espera que os sintomas se repetissem.
Junto coloco duas fotos com os esquemas dos circuitos de gasóleo e óleo dentro da cabeça, para tentar explicar porque é que num motor Td5 é possível que o óleo se misture com o gasóleo, sem haver mistura com água ou sem haver migração para as câmaras de combustão.
Creio que existe a possibilidade do óleo se misturar no gasóleo depois de este entrar na cabeça e antes de sair para retornar (o excedentário à pressão de 4bar) ao depósito.
Quando falo em galerias refiro-me a canais existentes no interior da própria cabeça. No esquema do circuito de óleo podem ver, em representação gráfica, essas mesmas galerias, na realidade não são tubinhos como no esquema mas canais vasados no bloco de alumínio. Olhando para o esquema do gasóleo percebe-se que as galerias do gasóleo também andam lado a lado com as do óleo dentro da cabeça. Ainda faltam aqui as da água mas essas ficam de fora agora. No diagrama A do esquema do gasóleo pode ver-se como era nos primeiros Td5, a ida e o retorno eram ambas feitas dentro da cabeça. Uma das grandes alterações nos Td5 pós 2002, foi exactamente retirar uma parte do circuito de retorno do gasóleo, de dentro da cabeça para um tubo por fora, isto permitiu que a cabeça se tornasse menos queijo suíço e mais robusta.
No mesmo esquema do circuito de gasóleo também se pode observar o dito radiador de gasóleo, que o Bruno referiu, peça 12, que permite arrefecer o gasóleo não consumido no motor, a grande temperatura, antes de o devolver ao filtro. Uma das causas de gasóleo no circuito de refrigeração é o colapso do permutador deste radiador, mas não é o caso nesta situação.
Sinceramente não vejo outra maneira do óleo migrar para o circuito de gasóleo, mas pode estar a escapar-me alguma coisa.
rpretender, não há queixa que o óleo passe para a combustão e saia queimado pelo escape, correcto?








