No soberano interesse de ter os LandManíacos bem euipados a nível de telecomunicações via "CB", os 11 metros, eu proponho umas pequenas promoções.
Afinação de estacionárias só com intervenção a nível da antena - 1 "db"
Afinação de estacionárias com busca de "massa" e posição ideal - 2 a 3 "db"
Instalação e afinação da antena - 3 a 4 "db"
dB = decibel, unidade física de intensidade de sinal
Os tais "db" são o que permitem a esta ou aquela antena, polarizada vertical ou horizontalmente, sendo uma onda pura, ou uma onda fraccionada, ter o "ganho" que permite "multiplicar", o sinal do transistor de saída do equipamento, pelo tal "ganho" da antena.
Por exemplo: uma "cuninear vertical", antena com um "ganho médio" de 6,8 dB´s. Se o meu emissor tiver uma potencia "pura" (potencia medida no transistor final sem antena) de 5 W, tenho uma saída no "pico da antena" de 34W. 5 x 6.8 = 34.
Claro que num cenário em que não há resistência de "passagem". O cabo coaxial está perfeitamente casado com o emissor e com a antena, e não há retorno da antena, as tais "estacionárias".
Convêm aqui explicar que, segundo diferentes opiniões, nunca é possível estabelecer estacionárias a zero. Até se costuma dizer que é sempre desejável que as estacionárias devem estar sempre no mínimo numa gama de 1.00 a 1.20. Isto porquê?
Porque se prova que um emissor transmite melhor quando tem um "certo" sinal de retorno?
Por dois motivos:
1) É impossível ter um emissor afinado para Zero no canal 20 (isto falando de canais CB) e similtâneamente no 01 ou no 40. Para isso tinha de hever um "antena tuner" que estaria sujeito a afinação constante mediante a gama de frequências em que estamos a emitir. Razão pela qual existem duas maneiras de medir estacionárias na CB. Medindo no canal 01 e no 40 e estabelecendo um compromisso válido nesse "comprimento de onda", os 11 metros. Ou afinando a Zero para tal canal, ou tal gama da canais (para os 10, 20, 30 ou 40), no nosso caso eu afino para o canal 20 ou 25.
2) O andar final ao receber energia retransmitida pelo mau casamento do cabo e da antena, as flamigeradas estacionárias (pois estacionam entre o transistor e a antena) vai ser excitado juntamente com a sua emissão, produzindo uma "excitação extra" que vai conduzir a uma maior potência de "saída". Este facto leva a um outro problema, também "medido" aquando da medição das estacionárias: pode produzir interferências noutras frequencias, as chamadas "ondas harmónicas" ou "parasitas"
Tudo isto tem de ser medido, pensado e pesado ao "afinar uma antena".
Eu tinha um "colega" (termo utilizado para companheiro de rádio) que dava cabo dos rádios todos, era só problemas... Viemos a descobrir que ele tinha cortado a antena uns bons 25 cm para meter o carro na garagem sem ter de tirar a antena!!!
Terei todo o prazer de conversar e ajudar quem quizer no Billing que se aproxima.
Abraços.
Nery

















