Viva.
Vou deixar aqui a minha opinião, que aparentemente é diferente do resto do pessoal...
Eu li bastante sobre este assunto da EGR, seja através dos manuais de oficina (modo de funcionamento, etc), seja através de sites e forums, tanto nacionais como estrangeiros.
A realidade é que, aparentemente, a grande maioria das pessoas tira a EGR apenas 'porque sim' e porque ouviu dizer que é bom... depois testa, e nota alguma coisa, especialmente no arranque.
A EGR, como dizem, faz recirculação de gases, diminuindo assim as partículas emitidas. Mas, ao contrário do que se diz, a EGR não está sempre activa. Apenas actua em baixos regimes e à medida que vamos subindo de regime vai diminuindo a sua acção até desaparecer por completo. Ou seja, quando precisamos de potência e carregamos no acelerador com determinação, a EGR estar lá ou não é indiferente...esta apenas actua quando não estamos a exigir muito do carro, como maneira de controlar as emissões.
O que, acho eu, costuma acontecer, é que devido a essa recirculação de gases, a EGR vai ficando suja e pode acabar por começar a funcionar mal devido a isso... É nestes casos que algo tem de ser feito. Pode-se pura e simplesmente tirar a EGR, ou então pode-se fazer o que fazemos com o resto das peças do carro quando avariam: troca-se
Resumindo: tirar a EGR permite, em teoria, fazer um arranque mais rápido, por exemplo num semáforo... mas se é isso que queremos, então acho que existem carros mais eficientes

Agora, por exemplo, em pistas de areia ou a subir uma duna, onde precisamos realmente de toda a potência (e mais alguma

) e subimos a rotação, a EGR não faz absolutamente nada (desde que esteja a funcionar bem).
Isto é apenas uma opinião e é baseada no funcionamento descrito no manual do Discovery TD5... acho que deve ser igual para todos, mas se não, alguém que me corrija.
Abraço,